Empresa diz que houve processo público de seleção

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) contestou, por meio de nota, a suspeita de que seu presidente, Joaquim Lopes da Silva Júnior, determinava a apreensão aleatória de veículos. "A EMTU procede várias ações de fiscalização", diz a nota, "sendo passíveis apreensões em situações irregulares".

O Estado de S.Paulo

07 de maio de 2012 | 03h03

Sobre a falta de licitação para a contratação de prestadores da Reserva Técnica Operacional (RTO) em 2006, a empresa informou que "em 1998 houve um processo público de seleção realizado pela EMTU que culminou com a convocação e habilitação dos RTOs" e que essa seleção foi publicada no Diário Oficial do Estado, em agosto de 1999, ao mesmo tempo em que uma resolução "criou e regulamentou essa modalidade de serviço".

A empresa alega que "nunca usou o consórcio (Internorte) como intermediário do contrato". O consórcio frisou o mesmo. No fim de 2011, após intervenção da Promotoria, os contratos de RTO no Setor 3 passaram a ser assinados com a EMTU. Segundo o consórcio, "sem qualquer concordância da Internorte". / C.V.

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