Em Viracopos, plano é triplicar nº de passageiros

O plano de obras da Infraero para a Copa de 2014 não deixa dúvidas: o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, será o terceiro grande terminal de São Paulo ? depois de Congonhas e Cumbica. Dos R$ 5,3 bilhões que serão investidos a partir do próximo ano nos 16 terminais das 12 cidades-sede do mundial, R$ 651 milhões (12%) vão para a ampliação do terminal.

, O Estado de S.Paulo

26 de maio de 2010 | 00h00

Pelas projeções da estatal, às vésperas do mundial o aeroporto terá mais do que o triplo da capacidade atual, saltando dos atuais 3,5 milhões de passageiros por ano para 11 milhões. A primeira fase de obras está prevista para terminar em novembro de 2013. Até lá, a Infraero espera ter reformado o terminal de passageiros existente, erguido um módulo operacional provisório, finalizado 25% do novo terminal de passageiros, o pátio de aeronaves e seis pontes de embarque.

Do jeito que está, porém, Viracopos já atende bem os 3,3 milhões de passageiros que recebe por ano. "Não troco essa tranquilidade por nada", afirma a cabeleireira Elizabeth Ferreira Leandro, de 35 anos. Moradora de Campinas, ela enumera as vantagens do aeroporto. "Além de ser mais perto de casa, nunca está cheio, as filas de check-in são rápidas e não perco tempo para desembarcar e pegar as malas."

Problemas em Viracopos até existem, mas do lado de fora. Só se chega ao aeroporto de carro ou ônibus e o estacionamento vive cheio. Quem prefere ir de ônibus também enfrenta dificuldades. A Azul, por exemplo, oferece transporte gratuito a seus passageiros. Só que nem todas as companhias que operam no terminal têm o mesmo serviço.

Outra possibilidade é usar táxi. Mas, nesse caso, é preciso preparar o bolso. A corrida até Congonhas ou com destino à região central de São Paulo custa R$ 292. Para Cumbica, esse valor chega a R$ 333. / B.T.

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