Em vez de praia, área de contemplação

Praia artificial que seria criada na Represa do Guarapiranga

, O Estado de S.Paulo

01 de setembro de 2011 | 00h00

Em maio de 2008, a Prefeitura anunciou a criação da primeira praia artificial da capital, no Parque 9 de Julho, na beira da Represa do Guarapiranga, extremo sul da cidade.

A promessa era investir R$ 30 milhões na criação da praia, que teria um quilômetro linear. Seria inspirada no Piscinão de Ramos, no Rio, e chegou-se a falar em lotar caminhões com "areia típica do litoral paulista" para depositar às margens da represa.

Três anos após a promessa - encampada pelo secretário do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, e pelo então secretário de Coordenação das Subprefeituras, Andrea Matarazzo -, o "conceito" do Parque 9 de Julho mudou para local "de contemplação com áreas para a prática de esportes na grama e academias para idosos". "A prioridade passou a ser a implantação dos parques urbanos e daqueles com praias naturais, em especial nos Parques 9 de Julho, Castelo e Guanhembu e a ampliação do Praia do Sol (todos na zona sul)", informou, por meio de nota, a Subprefeitura de Capela do Socorro.

Em vez dos R$ 30 milhões que seriam gastos em areia e dique com água tratada da Sabesp (em área separada da represa), foram aplicados R$ 4 milhões em playgrounds, campos de grama e áreas para caminhada. Uma ciclovia será construída. A previsão de inauguração é 2012. / VITOR HUGO BRANDALISE

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