AMANDA PEROBELLI/ESTADAO
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Em uma semana, vidros da Raia Olímpica da USP amanhecem quebrados pela 3ª vez

Prefeitura disse que 'repudia os atos de vandalismo' contra a estrutura e que fará um convênio com a instituição para que a Guarda Civil Metropolitana possa patrulhar a área

Jéssica Otoboni, O Estado de S.Paulo

24 Abril 2018 | 08h08
Atualizado 24 Agosto 2018 | 15h36

SÃO PAULO - Mais uma vez partes do muro de vidro que separa a Marginal Pinheiros e a Raia Olímpica da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste de São Paulo, amanheceram quebradas nesta terça-feira, 24.

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A Prefeitura de São Paulo disse que "repudia os atos de vandalismo contra o muro de vidro da USP, uma obra da universidade custeada pela iniciativa privada em benefício da cidade". Além disso, resaltou que fará um convênio com a instituição para que a Guarda Civil Metropolitana possa patrulhar a área.

Na sexta-feira, três painéis foram danificados. A Prefeitura trocou por outros que seriam utilizados na obra de extensão do muro, que deverá ter 2,2 quilômetros com a inauguração de outro trecho até maio. Na quarta-feira, outras estruturas também amanheceram quebradas.

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Esta é a terceira vez que os painéis amanhecem quebrados em apenas uma semana. Eles são de vidro temperado e têm 3,15 metros de altura, 1,8 metro de largura e 12 milímetros de espessura, com película de proteção. A obra, inaugurada no dia 4 de abril pelo então prefeito João Doria (PSDB), custou R$ 15 milhões, e, segundo a Prefeitura, foi custeada por 45 empresas.

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