Em um mês, 17 usuários de crack são internados involuntariamente em SP

Internação forçada começou no dia 21 de janeiro na capital paulista sob protestos de entidades de direitos humanos

Artur Rodrigues, O Estado de S. Paulo

19 de fevereiro de 2013 | 13h02

SÃO PAULO - No balanço de um mês do Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas), que reúne governo do Estado e Justiça para atender dependentes de crack, foram contabilizadas 223 internações. Dessas, 17 foram involuntárias, mas contaram com a participação das famílias.

Os pacientes estão sendo tratados em hospitais estaduais e em uma rede privada conveniada. O governador Geraldo Alckmin avaliou os primeiros 30 dias como positivos."Tivemos 8.171 telefonemas, com orientação de famílias de todo Estado de São Paulo e acolhimento de 1.509", disse.

Segundo ele, o serviço deve ser ampliado. "Estamos contratando mais leitos porque a demanda é grande", afirmou.

As internações forçadas em São Paulo começaram no dia 21 de janeiro, com um mutirão na cracolândia, região central da cidade.

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