Em Tremembé, poucos curiosos veem chegada

Em Tremembé, poucos curiosos veem chegada

Ao contrário do clima de tensão e hostilidade que o casal Nardoni enfrentou na saída do Fórum de Santana, em São Paulo, foi muito tranquila a chegada dos dois aos presídios localizados em Tremembé, a 140 quilômetros da capital, onde deverão cumprir suas respectivas penas.

João Carlos de Faria, O Estadao de S.Paulo

28 Março 2010 | 00h00

Na Penitenciária Dr. José Augusto César Salgado, nenhum curioso e poucos repórteres aguardavam a chegada de Alexandre Nardoni, que ocorreu por volta das 2h50. O caminhão que trouxe o pai de Isabella chegou escoltado por uma viatura da polícia local e outra da Tropa de Choque, de São Paulo, e entrou rapidamente no presídio.

Dez minutos depois, o comboio que levava Anna Carolina Jatobá chegou à Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, que fica no centro de Tremembé. A rapidez com que as três viaturas da escolta e o caminhão da presa entraram no presídio frustrou os poucos curiosos que faziam plantão no local.

"Foi rápido, né?", disse, meio decepcionada, a diarista Regina Márcia de Campos, de 37 anos. Ela e a filha Maiara de Campos, de 16, foram ver a chegada de Anna Jatobá, logo que viram pela TV que a presa condenada voltaria para a cidade. Moradora de Taubaté, Maria Helena de Brito, de 45 anos, disse que foi à cidade vizinha "por curiosidade". Ela e mais três pessoas foram ao local num Fusca, depois de assistir a condenação do casal.

Segundo um agente da penitenciária feminina, Anna Carolina deveria se reintegrar ontem à rotina do presídio, onde ela já passou quase dois anos. A equipe está na expectativa se ela receberá ou não alguma visita de parentes hoje. Quanto a Alexandre Nardoni, é quase certo que receberá a visita dos pais.

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