Em SP, corpos foram transferidos para o Butantã

As polacas foram numerosas em São Paulo. Seus corpos eram enterrados no Cemitério Israelita de Santana, o Chora Menino, desapropriado na década de 1970. Os restos mortais foram então levados para o Cemitério Israelita do Butantã. Os corpos lá ficaram, separados dos demais, sob lápides sem identificação. Em 2000, a Sociedade Cemitério Israelita de São Paulo colocou nomes nas lápides, em cerimônia comandada pelo rabino Henry Sobel. Ele também liderou movimento para que a história das polacas fosse ensinada aos jovens judeus. Parte da comunidade considera hoje que elas foram enganadas ao vir para o Brasil com promessa de vida melhor - a prostituição foi o último recurso.

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