Em SP, bombeiros atendem três ocorrências de gás por dia

O Departamento de Controle do Uso de Imóveis (Contru) da Prefeitura de São Paulo não possui um levantamento do número de instalações irregulares de gás encontradas em suas vistorias. Neste ano, o órgão realizou 1.123 vistorias em estabelecimentos da cidade para averiguar itens de segurança em geral, que incluem as instalações de gás.

O Estado de S.Paulo

14 Outubro 2011 | 03h06

O Contru atua na fiscalização de construções com mais de dez andares ou lotação acima de 250 pessoas. Nos demais casos, a competência é das subprefeituras, que também não deram dados de instalações irregulares.

Segundo os bombeiros, assim como no Rio, os estabelecimentos comerciais que queiram trabalhar com botijões necessitam de autorização especial e devem passar por vistoria, que avalia se o local atende aos requisitos de segurança exigidos. Decreto municipal de 1987 obriga todas as edificações paulistanas por onde passa a rede da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) a se adaptarem ao sistema de gás canalizado. Onde não há fornecimento de gás por concessionária, o uso de botijão é permitido, desde que colocado do lado de fora do imóvel e instalado da forma correta, seguindo as portarias do Estado e do Município e as normas da ABNT.

Acidentes. Segundo o último levantamento da Comgás, há na capital cerca de 800 mil clientes residenciais. No ano passado, bombeiros atenderam uma média de três ocorrências por dia relacionadas com vazamentos de gás. Neste ano, o último registro de acidente com botijão é de fevereiro, quando uma pessoa morreu e duas ficaram feridas em uma explosão na cozinha de um bar na Rua Vergueiro, na zona sul. / CIDA ALVES

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