Em posto de Salvador falta assistente social

Mal chegou na semana passada ao seu novo local de trabalho - a Unidade de Saúde da Família de Nova Esperança, em Salvador -, a médica Maria da Conceição Sousa de Abreu se deparou com uma carência que impede a unidade de funcionar como previsto no Programa Saúde da Família (PSF). "Faltam assistentes sociais no posto", constatou.

TIAGO DÉCIMO / SALVADOR, O Estado de S.Paulo

08 de setembro de 2013 | 02h07

Segundo Maria, o foco na prevenção e na busca de soluções para os problemas de saúde específicos da comunidade é inviabilizado pela ausência dos profissionais. "Já deu para perceber que temos muitos hipertensos, obesos e diabéticos aqui", disse. "Mas falta o profissional que vai atrás dos problemas da comunidade, para que tracemos as estratégias. Desse jeito, vira um posto comum."

Maria é uma das duas profissionais do Mais Médicos que trabalharão na unidade de Nova Esperança, que perdeu seus dois médicos nos últimos dias - eles conseguiram transferência para outros postos. Além da brasileira, a unidade aguarda a chegada de uma médica argentina.

Segundo a gerente da unidade, Natália Ferraz, o posto, a 35 km do centro da cidade, atende 1.720 famílias. São 30 consultas agendadas por dia, além dos atendimentos de emergência.

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