Em nota, Prefeitura e empresas defendem lisura

Administração afirma que formalidade prevista em lei foi cumprida; consórcio diz que tem as melhores condições

, O Estado de S.Paulo

09 de setembro de 2011 | 00h00

Por meio de nota, a Prefeitura informou ontem que:

1. A concorrência pública para contratação de empresa que será responsável pelos serviços de iluminação pública da cidade, que ainda não foi concluída e portanto não é correto afirmar já existir o vencedor, está sendo formalmente realizada, cumprindo exigências e trâmites previstos na lei de licitações;

2. Dezesseis empresas adquiriram o edital e fizeram a visita técnica acompanhada por técnicos do Departamento de Iluminação Pública (Ilume).

3. Destas 16 empresas, apenas quatro participaram efetivamente da concorrência, apresentando suas propostas na manhã de hoje (ontem), sendo duas em consórcio e duas individualmente.

4. A Prefeitura reafirma que todas as formalidades previstas na legislação em vigor foram e continuam sendo rigorosamente cumpridas. Hoje, foram recebidas as propostas comercial e de habilitação, mas apenas a comercial foi aberta, estando neste momento, sendo realizada a abertura da proposta de habilitação.

5. Como há três participantes, um dos três será indicado o vencedor do certame público, caso cumpridas todas as exigências do edital de concorrência.

Consórcio. O consórcio formado pela Alusa Engenharia e FM Rodrigues disse ontem que "repudia a tentativa de se interferir no resultado de uma licitação".

"É sabido que o consórcio é que tem melhores condições de atender o edital. Faz mais de 10 anos que o consórcio desempenha essas tarefas. Nesses anos, sempre investindo em tecnologia, equipamentos e pessoal, atingiu estágio de excelência para o desempenho do serviço", continua a nota.

"Com a abertura dos envelopes, sabe-se que o preço oferecido pelo Consórcio está R$ 10 milhões abaixo do valor de referência exigido pela Prefeitura - o melhor preço dentre os ofertados." O consórcio afirma que as "insinuações de favorecimento são infundadas".

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