Paulo Saldaña/Estadão
Paulo Saldaña/Estadão

Em greve, professores da rede municipal fazem ato no centro de São Paulo

Profissionais de educação se juntaram a servidores municipais; ato reúne cerca de 3 mil pessoas de acordo com a PM

Diego Zanchetta e Paulo Saldaña, O Estado de S. Paulo

27 de maio de 2014 | 14h43

Atualizada às 17h34

SÃO PAULO - Professores da rede municipal de São Paulo, em greve há mais de um mês, fizeram um protesto na tarde desta terça-feira, no centro da capital. Os manifestantes saíram da Avenida Paulista, interditaram a Avenida da Consolação e chegaram à Prefeitura.

Liderados pelo Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) e Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo (Aprofem) - dois sindicatos da categoria -, os profissionais pedem melhoria salariais e na carreira. A principal reivindicação é pela incorporação de um bônus de 15,38% anunciado pela Prefeitura para quem recebe o piso salarial. A prefeitura só aceita negociar a incorporação no ano que vem.

Os professores se juntaram ao grupo de servidores municipais. De acordo com a Polícia Militar, no total cerca de 3,5 mil servidores participam de ato para decidir se a categoria entra em greve geral. Todas as faixas da Rua Líbero Badaró estão fechadas, apesar dos apelos do comando de greve.  

Funcionários do Serviço Funerário, da Cultura, da Saúde e engenheiros de carreira participam da manifestação. Eles pedem reajuste imediato de 11% para não cruzarem os braços.

Os servidores municipais ameaçam fazer greve geral a partir desta quarta se a gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) não sinalizar possibilidade de reajuste salarial. Eles argumentam estar há cinco anos sem reajuste real de salário.

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