Em Genebra, executivos buscam o serviço em hotéis

No total, há 2 mil pessoas trabalhando na prostituição em Genebra, na Suíça, cidade que movimenta bilhões com contas bancárias. "Se um dia eu contasse minhas histórias, tem governo que não sobreviveria", disse Marcos, que não revela o sobrenome. Segundo ele, executivos e altos funcionários de governos estão entre os clientes de uma casa em que atuam brasileiros. Nesses casos, os brasileiros e brasileiras atendem nos hotéis de luxo da cidade. Mas são monitorados por quem os controla.

Jamil Chade, O Estado de S.Paulo

26 de setembro de 2010 | 00h00

Marcos tem 29 anos. Trabalhou em Copacabana e nunca havia deixado o Brasil. Faz programa em Genebra e em Zurique. "Vários garotos descobriram que o mercado europeu promete. O brasileiro está em alta."

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