Em alta: asilos e eletrodomésticos

Para o diretor adjunto do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Unicamp, Anselmo Luis dos Santos, é preciso ressaltar o contexto da nova lei. "É sinal de que há um mercado de trabalho melhor e de que essas pessoas não precisam necessariamente trabalhar para famílias, mas podem ter empregos em empresas."

O Estado de S.Paulo

28 Abril 2013 | 02h03

Segundo o pesquisador do Centro de Crescimento Econômico do Instituto Brasileiro de Economia (CCE/ Ibre-FGV), Fernando de Holanda Barbosa Filho, além do aumento da procura por escolas de tempo integral, outras ações de ajuste devem acontecer. "Um aspecto natural seria o aumento da venda de eletrodomésticos. Asilos e casas de repouso também devem ser mais procurados", afirma. / J.D.

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