Eletropaulo não se responsabiliza por danos em edifício

Sou síndica de um edifício em Cerqueira César, que foi duas vezes vítima dos desmandos da AES Eletropaulo. Nas duas ocasiões, após funcionários da empresa mexerem em um dos postes, houve pico de energia, que resultou em estragos em equipamentos do edifício. Primeiro houve queima dos motores de portões das garagens, das bombas d'água e do inversor de frequência de um dos elevadores. O valor do reparo foi orçado em R$ 10.079,86. Depois, no dia 1.º/7, os inversores de frequência dos dois elevadores queimaram. O conserto ficou em R$ 26.397,11. Para os dois casos, recebi orientações diversas da Eletropaulo. Na primeira vez, após aguardar a vistoria, o ressarcimento foi negado. Desta vez, a informação foi de que eu deveria aguardar um formulário e enviar diversos documentos. / MARINA MESQUITA

O Estado de S.Paulo

15 de julho de 2013 | 02h03

A AES Eletropaulo esclarece que o processo de indenização é regulamentado pela Aneel. Diz que o ressarcimento foi negado, pois a cliente reparou os equipamentos antes do prazo estabelecido para a verificação.

Réplica da leitora: Eles se esquivaram e não responderam nada.

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