''Eles ajudam a arborizar a cidade''

Manequinho Lopes: Há 82 anos no Parque do Ibirapuera, é o mais antigo dos três viveiros públicos

Filipe Vilicic, O Estado de S.Paulo

14 de maio de 2010 | 00h00

Diretora da Fundação SOS Mata Atlântica, a ambientalista Marcia Hirota é, claro, do tipo que adora a natureza. Com a organização, ela batalha pela preservação da mata, que ocupava toda a metrópole (hoje, restou apenas 16%). "Essa destruição não é só ruim para animais, árvores", defende. "É péssimo para nós. Prejudica o ar da cidade, o fornecimento de água." Hirota acredita que a capital deveria, sim, ser mais arborizada. "E os viveiros ajudam a conscientizar a população disso." Por isso, ela ama o localizado no Ibirapuera - parque que ela frequenta e será sede, entre sexta e domingo, da quinta edição do Viva a Mata, evento da fundação. O Viveiro Manequinho Lopes produziu mais de 700 mil mudas no ano passado, que abastecem áreas públicas e jardins privados.

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