'Elas podem até matar', diz médico

Para o pneumologista Ricardo de Melo Martins, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB), é incorreto afirmar que bombas de gás lacrimogêneo não são letais. "O lacrimogêneo é uma substância que promove reações inflamatórias. Dependendo da concentração e da forma como as bombas são manipuladas, elas podem matar, sim. O intuito desses artefatos é dispersar tumultos, e não lesar os manifestantes."

Marcelo Gomes / RIO, O Estado de S.Paulo

09 de dezembro de 2013 | 02h01

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), o deputado Marcelo Freixo (PSOL), também criticou a polícia. "Desde o início dos protestos, faltou investimento no diálogo e sobrou repressão. Essas bombas mais potentes simbolizam essa conduta. Ainda estamos distantes de um projeto de segurança pública voltado para as pessoas."

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