E se não for o fim de tudo, mas um recomeço?

Pode ser um fechamento provisório. O próprio André Sturm, que administra/programa o conjunto de salas, gosta de dizer que o Belas Artes não é só um espaço físico. É um estado de espírito e, como tal, poderá ressurgir, nem que seja em outro local. Os cinéfilos vão sonhar com esse milagre. Como um deles, tenho de dizer que o Belas Artes era um dos meus templos em São Paulo.

Luiz Carlos Merten, O Estado de S.Paulo

18 Março 2011 | 00h00

O fechamento teve direito a programação especial, de clássicos. Pela duração do filme, a última sessão foi de O Leopardo, de Luchino Visconti. Ontem, por coincidência, se comemoravam 35 anos da morte do grande artista. Visconti sobrevive por suas criações. Na pior das hipóteses, o Belas Artes viverá em nossas lembranças.

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