É preciso seguir com a campanha antiatropelamentos

Análise: Sérgio Ejzemberg

., É CONSULTOR DE TRÂNSITO, O Estado de S.Paulo

16 de junho de 2012 | 03h03

Tem regiões da cidade em que o comportamento do motoristas já mudou de maneira bastante positiva, depois do começo da campanha contra atropelamentos. Mas, por outro lado, ainda tem regiões em que você começa a reduzir a velocidade do carro para entrar à direita e o veículo que vem atrás toca a mão na buzina. Então, é preciso, sim, continuar com a campanha e focar nas regiões onde a prioridade ainda está longe de ser do motorista.

Se a Prefeitura não tem condições de manter uma presença tão massiva de agentes como fez na área central, é preciso deslocar aquele circo para cada região da cidade. Pode-se levar dois ou três meses em cada bairro, mas haverá resultados.

Além disso, é preciso lembrar outro fator tão significativo quanto as ações de educação para o trânsito para o menor número de mortes: a redução dos limites de velocidade na capital. Quando você tem menor velocidade, é possível uma manobra evasiva eficiente em tempo hábil. Além disso, mesmo que haja o atropelamento, é menos letal, porque ocorre a uma velocidade menor

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