E o interesse público?

Mesmo quando utilizada só para as funções primordiais, como produzir leis e fiscalizar o Executivo, o pagamento da verba de gabinete ainda é questionável. Ao se descentralizar o processo de compra, perde-se a capacidade de o poder público barganhar por melhores preços, bem como a transparência dos procedimentos. Em vez de cada vereador comprar seu material de escritório, por exemplo, o ideal seria fazer uma única licitação, reduzindo o custo para os cofres públicos.

ANÁLISE: Gustavo Andrey Fernandes e Marco Antonio Carvalho Teixeira, Economista/Cientista político da FGV, O Estado de S.Paulo

04 Fevereiro 2014 | 02h04

Na Câmara, o mau exemplo vai além. Muitos vereadores gastam tudo o que acreditam poder no final do ano. Trata-se de uma demonstração clara de descaso.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.