Montagem/Estadão
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'Dou razão a ambos, mas ambos exacerbaram', diz Doria sobre polêmica entre MBL e Schneider

Embate começou depois que o vereador Fernando Holiday fez 'vistorias' em escolas para verificar 'doutrinação ideológica'

Pedro Venceslau *, Enviado especial

12 Abril 2017 | 18h26

SEUL - O prefeito João Doria negou nessa quarta-feira, 12, que seu secretário de Educação, Alexandre Schneider, tenha pedido demissão e depois recuado após ser atacado nas redes sociais pelo Movimento Brasil Livre (MBL), grupo de extrema direita que tem entre seus líderes o vereador Fernando Holiday (DEM). 

Doria, porém, defendeu o vereador. “Holiday estava fora da escola e  não na presença de professores. Ele não criou nenhuma situação de constrangimento para professores.”  

“Fiz críticas e dei razão a ambos. Ambos exacerbaram, e ambos tinham razões. Não houve um mais ou menos culpado”, disse o tucano aos jornalistas que o acompanham em uma viagem oficial a Seul. 

O embate começou após Holiday fazer “vistorias” em escolas para verificar se os professores não estariam fazendo “doutrinação ideológica”. 

A iniciativa foi criticada pelo secretário no Facebook, o que gerou uma campanha agressiva do MBL contra Schneider. Sobre a reação de seu secretário, Doria afirmou: “Certas coisas é melhor, antes de comentar nas redes sociais, fazer um entendimento direto. Mas é um episódio superado. Houve um estresse fruto de manifestações nas redes sociais”.

*O repórter viajou a convite da prefeitura de Seul

 

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