Epitacio Pessoa/Estadão - 30/11/2012
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Doria sanciona lei que dá aumento de ao menos 10% a todos os 541 mil servidores do Estado

Profissionais das áreas da Saúde e da Segurança Pública, como policiais civis e militares, vão receber 20% de aumento; pagamentos serão retroativos à data-base de 1º de março

Ítalo Lo Re, O Estado de S.Paulo

30 de março de 2022 | 18h40

SÃO PAULO – Às vésperas de ter de deixar o Palácio dos Bandeirantes para concorrer ao Planalto, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), sancionou nesta quarta-feira, 30, a lei que concede reajustes salariais aos 541 mil servidores do Estado. Profissionais das áreas da Saúde e da Segurança Pública, como policiais civis e militares, vão receber 20% de aumento, enquanto funcionários estaduais de outras categorias serão contemplados com 10% de reajuste.

A medida foi divulgada pelo governo no início de fevereiro, mas ainda teve de ser aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado (Alesp). Com o aval da Casa, o reajuste deverá ser publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 31. Os pagamentos serão retroativos à data-base de 1º de março.

“Na sanção de hoje, que será publicada amanhã no Diário Oficial do Estado, nós concedemos reajustes salariais para 541 mil servidores ativos, inativos e pensionistas”, disse Doria. O investimento mensal do governo será de R$ 424,6 milhões, o equivalente a R$ 5,7 bilhões ao ano. Em 2022, como o aumento começa a valer neste mês, o impacto será menor, de R$ 4,8 bilhões.

Ao todo, são 346 mil profissionais das áreas da Saúde e da Segurança Pública contemplados com 20% de aumento a partir do próximo pagamento. Ao mesmo tempo, 195,1 mil funcionários estaduais de outras categorias – como servidores das secretarias e das autarquias estaduais – irão receber 10% de reajuste.

Conforme mostrou o Estadão, o governador, que é pré-candidato à Presidência da República após ter vencido as prévias do PSDB, preparou uma série de medidas de impacto local, mas com potencial de projeção nacional, para 2022. A legislação eleitoral exige que candidatos a outros cargos públicos deixem os atuais mandatos até abril.

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