Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Doria estima renda de R$ 600 mi com carnaval e coloca drones para contar público nos blocos

Prefeito minimizou aproximação de FHC e Luciano Huck na corrida presidencial

Bruno Ribeiro, O Estado de S.Paulo

10 Fevereiro 2018 | 00h53

SÃO PAULO - Em visita ao camarote da Prefeitura de São Paulo, no primeiro dia de desfiles das escolas de samba de São Paulo, no Sambódromo do Anhembi, o prefeito João Dória (PSDB) afirmou que espera um público total de 4 milhões de pessoas nos blocos de carnaval da cidade e disse que a Guarda Civil Metropolitana está colocando drones para contar o número de foliões.

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O secretário das Prefeituras Regionais, Cláudio Carvalho, chegou a mostrar uma imagem feita por esses equipamentos, que formava um polígono ao redor dos blocos e o público aproximado em cada área. "O importante aqui é que se tem carnaval na cidade inteira. Zona sul, zona leste", disse.

Questionado por jornalistas, o prefeito também comentou a aproximação entre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o apresentador Luciano Huck. "O que ele disse é que (Huck) é um bom nome. Mas não o vi, não li, dizer que o governador do Estado de São Paulo (Geraldo Alckmin) não tenha condições", afirmou. Doria disse que FHC reafirmou esse entendimento ao próprio governador, em um telefonema.

O prefeito também falou sobre a segunda derrota que obteve na Justica, em uma ação que o proibiu de usar a marca SP Cidade Linda. "Vamos recorrer", disse. Doria afirmou que o Judiciário vem entendendo, "de forma equivocada", que a marca é uma nova assinatura da cidade, o que de fato seria proibido. "É um programa de revitalização", afirmou, ao dizer que programas públicos podem ter nomes e elencar vários.

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