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Doria deve enviar nesta segunda à Câmara projeto de privatização do Anhembi

Prejuízo da SPTuris, empresa que administra o complexo, chegou a R$ 70 milhões no ano passado, segundo fontes da Prefeitura

O Estado de S.Paulo

27 Agosto 2017 | 18h58

SÃO PAULO - O prefeito João Doria (PSDB) deverá enviar nesta segunda-feira, 28, à Câmara Municipal, o projeto de lei que prevê a privatização da São Paulo Turismo (SPTuris), que inclui o Complexo do Anhembi e suas estruturas, como o sambódromo e o pavilhão de exposições.

A ideia é que a empresa de eventos da Prefeitura seja vendida em um leilão na Bolsa de Valores. A decisão de vender o Anhembi junto com a SPTuris foi tomada por Doria para facilitar a negociação na Bolsa.

A Prefeitura colocará à disposição sua participação acionária na companhia, que é de 97%. Além disso, com as privatizações do Anhembi e do Autódromo de Interlagos, também administrado pela SPTuris, a estatal municipal ficaria sem função. Hoje, a empresa tem cerca de 400 funcionários e receita anual de quase R$ 250 milhões. 

Fontes da Prefeitura afirmam que auditoria externa contratada pela gestão municipal concluiu que a SPTuris deu prejuízo de R$ 70 milhões somente no ano passado.

Para coordenar o processo de venda da SPTuris, a Prefeitura irá contratar uma empresa de consultoria que ficará encarregada de fazer a avaliação econômico-financeira de toda estrutura que será privatizada, definir o preço mínimo e executar a venda da SPTuris e seus ativos. A contratação será feita por pregão eletrônico com base no menor preço. O teto do custo do serviço é de R$ 11 milhões.

 

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