Dois passageiros feridos no voo da TAM continuam internados

Aeronáutica vai investigar as causas do acidente que deixou 21 pessoas feridas em voo vindo de Miami

Michelly Chaves Teixeira, Agência Estado,

26 Maio 2009 | 16h13

Dois passageiros que ficaram feridos no voo da TAM entre Miami e São Paulo continuam internados. Na noite da segunda-feira, 25, o voo JJ 8095 passou por uma forte turbulência antes de pousar no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, e 21 pessoas ficaram feridas.

 

Veja também:

link Aeronáutica vai investigar causas da turbulência no voo da TAM

link Vítima de turbulência em voo da TAM passará por cirurgia  

 

Com diagnóstico de fraturas, um dos feridos está no Hospital Oswaldo Cruz e o outro está em tratamento no Albert Einstein, "ambos acompanhados por funcionários da companhia", diz a TAM. Ao todo, 21 dos 154 ocupantes do Airbus A-330 da TAM - 16 passageiros e cinco comissários - foram atendidos pelo corpo médico da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Treze ocupantes do avião foram liberados em seguida e oito foram encaminhados para hospitais, dos quais seis já receberam alta.

 

Nesta terça, uma menina de 7 anos, de Ribeirão Preto, que estava no avião, sentiu dores e foi examinada no Hospital São Paulo, no interior paulista. O exame constatou fratura e, segundo nota da assessoria de imprensa da TAM, a menina está recebendo assistência e é acompanhada por um funcionário da empresa. A família da garota não se manifesta. 

 

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) iniciou os procedimentos para a investigação do acidente. De acordo com o Coronel Dilton José Schuck, que integra a Divisão de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos do Cenipa, não há estimativa de quando o centro do Comando da Aeronáutica chegará a uma conclusão sobre as causas do acidente.

 

"O tempo para a investigação de uma ocorrência depende da complexidade dos fatores que levaram ao acidente. Se for necessária uma análise técnica por um órgão especializado, por exemplo, isso leva mais tempo", explicou.

Mais conteúdo sobre:
TAMacidenteturbulência

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.