Dois homens são presos por vender folhas da Zona Azul falsificadas

No total, os policiais apreenderam 2.192 bilhetes falsos em uma lotérica no centro da cidade

O Estado de S. Paulo

09 Agosto 2014 | 14h21

SÃO PAULO - Duas pessoas foram presas em flagrante por vender talões da Zona Azul falsificados em uma lotérica na Rua 15 de Novembro, no centro de São Paulo. No local, a Polícia Civil encontrou, ao todo, 2.192 cartões. Todos foram analisados por um funcionário da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que constatou serem falsos.

O caso aconteceu por volta das 16h da última sexta-feira, 8. O gerente Pedro Manuel Antão, de 47 anos, confessou a origem ilícita das folhas e disse ter comprado o material ao vendedor ambulante Celso Pereira dos Santos, de 44 anos, na Praça da Sé. O vendedor também confessou o crime mas afirmou ter repassado os bilhetes de uma terceira pessoa, ainda desconhecida.

Presos em flagrante, Antão foi encaminhado ao 31º Distrito Policial (Vila Carrão) e Santos, ao 2º DP (Bom Retiro). O registro da ocorrência é por falsificação de papeis públicos. Os talões da Zona Azul foram apreendidos e encaminhados ao Instituto de Criminalística para perícia.

Aumento. Desde do 1º dia de agosto, a folha da Zona Azul sofreu reajuste e passou a ser vendida a R$ 5, enquanto o valor dos talões subiu para R$ 45. O preço anterior era de R$ 3 e R$ 28, respectivamente.

Quando o aumento foi anunciado mas ainda não estava em vigor, as vendas das folhas da Zona Azul cresceram. Faltaram bilhetes nos postos oficiais de venda e até no mercado informal. Por causa da crise, a CET chegou a informar que os motoristas que não achassem os talões estariam isentos de pagar multa.

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