Dois bairros da zona sul estão entre 10 áreas críticas do Estado

Além do caso do shopping Center Norte, a Cetesb monitora no Estado outras nove áreas contaminadas consideradas "críticas". Os maiores locais estão nos aterros industriais Mantovani e Cetrin, na área rural do município de Santo Antonio de Posse, na região de Campinas, contaminados pelo processo de reciclagem de óleos lubrificantes; o bairro de Jurubatuba, na zona sul da capital, que tem áreas contaminadas por lixo químico e metalúrgico; e no bairro da Vila Carioca, também na zona sul, que tem uma região com raio de 1 quilômetro com solo contaminado.

O Estado de S.Paulo

28 de setembro de 2011 | 03h03

Além desses três pontos, a Cetesb monitora a contaminação de duas áreas residenciais. Uma delas é o Jardim das Oliveiras, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, uma ocupação irregular de cerca de 800 famílias em área de proteção de manancial sobre um antigo lixão de resíduos industriais. A outra é o Condomínio Residencial Barão de Mauá, na cidade de Mauá.

As outras quatro áreas críticas foram incluídas ontem e são locais onde há residências: as Mansões Santo Antônio, em Santo Antônio da Posse; a área das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, na zona oeste da capital; e duas Cohabs, Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte, e Heliópolis, na zona sul. / R.B.

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