'Divino' quer o Palmeiras na Libertadores

Considerado o maior craque da história do Palmeiras, o carioca Ademir da Guia, o Divino, herdou o apelido do pai, Domingos da Guia, que era zagueiro do rival Corinthians. Ademir foi dono da camisa 10 palmeirense durante 16 anos, e inspira saudades nos torcedores do Parque Antártica, onde há uma estátua em sua homenagem.

O Estado de S.Paulo

22 de setembro de 2011 | 03h04

Longe dos gramados desde 1977, Ademir entrou para a vida política em 2004, quando foi eleito vereador em São Paulo, pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

Durante sua passagem pela Câmara Municipal, Divino foi acusado de cobrar "pedágio" sobre o salário dos funcionários de seu gabinete. Absolvido por unanimidade pela Corregedoria da Câmara, ele alegou falta de apoio do partido no episódio e trocou o PCdoB pelo então Partido Liberal, hoje Partido Republicano (PR). Em 2008, Ademir tentou se reeleger, mas ficou de fora, com 17.009 votos.

Aos 69 anos, o ídolo palmeirense ainda não definiu se vai se candidatar para seu segundo mandato, em 2012. "Vou decidir no final do ano", disse.

Como torcedor do Palmeiras, Ademir cobra mais comprometimento dos jogadores e espera que a equipe do Parque Antártica garanta ao menos uma vaga na Copa Libertadores do próximo ano: "Se não for para ser campeão, a gente tem de ficar entre os quatro melhores."

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