Diplomata fugiu do País

O assalto ao motorista é o segundo caso em três semanas a levar a Embaixada do Irã em Brasília a virar notícia. No início de abril, um outro funcionário foi acusado de molestar quatro meninas de 9 a 14 anos na piscina de um clube da cidade. O servidor chegou a prestar depoimento, mas foi liberado pela polícia por ter imunidade diplomática. Logo depois, foi despachado de volta a Teerã.

O Estado de S.Paulo

02 de maio de 2012 | 03h01

Em nota, a embaixada atribuiu o caso do escândalo sexual a "diferenças culturais", o que irritou o governo brasileiro. Em seguida, depois de um protesto formal do Itamaraty, o governo do Irã afirmou ter afastado o funcionário e aberto uma investigação.

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