João Luiz/Secom/Divulgação
João Luiz/Secom/Divulgação

‘Diminuiu, mas vamos retomar o atendimento’

Secretário municipal de Segurança Urbana afirmou que sua prioridade é contratar mais 500 GCMs no segundo semestre

Entrevista com

Benedito Domingos Mariano

Luiz Fernando Toledo, O Estado de S.Paulo

03 Julho 2016 | 05h00

Por que houve diminuição no efetivo das rondas?

A guarda está na cidade inteira. Inauguramos três inspetorias ambientais, não existia nenhuma. São Paulo tem uma área extraordinária de proteção ambiental. Há GCMs na operação do programa De Braços Abertos, que deve se tornar uma inspetoria de redução de danos. A segurança escolar diminuiu muito, mas eu quero retomar a prioridade.

Por que não contrataram os 2 mil GCMs do concurso de 2013?

Eu já fiz três reuniões com o sindicato. Todos serão chamados até o final de 2017, não há possibilidade de não serem. Nós estamos trabalhando para chamar 500 em 2016 e, no segundo semestre, vamos começar a preparar o orçamento de 2017, deixando recursos para chamar o restante. A gestão do prefeito Fernando Haddad foi a primeira a fazer concurso depois de 10 anos. Aumentou muito a demanda e não fizeram concurso.

Como será a ampliação da GCM nas escolas?

Hoje, nós atendemos 75 escolas com policiamento fixo de 200 guardas. Eu flexibilizei a possibilidade de se fazer atividade delegada (bico oficial) especificamente nas escolas. Nós acreditamos que, com isso, vamos cobrir, a partir de agosto, 300 escolas, com 800 GCMs. E se tivermos autorização para contratar mais 500 GCMs no segundo semestre, a maioria vai para a segurança escolar. É a minha prioridade.

O uso do radar-pistola não prejudicou a ronda escolar?

Não. São só 80 guardas neste serviço.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.