Dilma sugeriu diálogo com Rio e Minas Gerais

O Palácio do Planalto tem interesse em que o abastecimento de água em São Paulo seja resolvido, o quanto antes, para evitar que o problema se estenda por mais tempo e possa atrapalhar a população e os turistas durante a Copa do Mundo, durante o período de seca. Na reunião no Planalto, na terça-feira, foi pedido à Agência Nacional de Águas (ANA) que apressasse os estudos em relação aos dois projetos de ampliação de captação de água apresentados pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

BASTIDORES: Tânia Monteiro e Débora Bergamasco, O Estado de S.Paulo

20 Março 2014 | 02h00

Ontem, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que durante a reunião o governador Geraldo Alckmin apresentou estudos de projetos de duas barragens para "trabalhar a segurança hídrica" do Estado. Na reunião, ainda segundo Izabella Teixeira, o governador "fez uma avaliação da situação, mostrou a estratégia de trabalho" e a presidenta Dilma Rousseff "pediu que nós, da área técnica, avaliássemos os números e o que é viável". A presidente falou ainda da necessidade de se conversar com os governos de Minas e do Rio, pois um dos projetos prevê captação de água na bacia do Rio Paraíba do Sul, que corta os dois Estados.

Segundo a ministra Izabella, o governador Geraldo Alckmin apresentou "um conjunto de investimentos previstos pelo governo de São Paulo, que se prepara para trabalhar a segurança hídrica do Estado". Depois de informar que a reunião no Planalto foi apenas de exposição, quando mostrou sua estratégia de trabalho, contou que pediu à ANA que "avaliasse esses números". "E vamos seguindo dialogo com São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais."

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