Dica é ir a aulas de dança

O professor de Educação Física Carlos Eduardo Bernardi, de 28 anos, costuma sair à noite três vezes por semana - em bares, boates e shows - e percebe a diferença entre a quantidade de moças e rapazes. "Depende do dia e do lugar. Em sambas, por exemplo, é comum que apareçam muito mais homens", reclama.

Victor Vieira, O Estado de S.Paulo

02 Setembro 2013 | 02h02

Solteiro há quatro meses, depois de um namoro de três anos, o professor conta que a presença de público feminino pesa na hora de optar pelo lazer. "Prefiro sair com um grupo de amigos da academia, a maioria de solteiros. Mas geralmente um deles chama conhecidas para o programa", conta Bernardi, que mora em Santo André. Outro problema é a faixa etária. "As baladas estão cheias de meninas bem novas, entre 18 e 22 anos. Não é fácil encontrar uma mais velha."

A dica do professor é frequentar aulas de dança, em que mulheres costumam ser maioria. "Os homens não frequentam e elas ficam sem parceiro", avisa. Bernardi ainda relata que vários de seus amigos desistiram das baladas e já preferem buscar o sexo oposto pelo caminho virtual. "Eles marcam encontros pela web."

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