Desrespeito aos pedestres

CRUZAMENTO NO GRAJAÚ

O Estado de S.Paulo

02 Março 2013 | 02h02

Moro no Grajaú e, diariamente, observo o desrespeito de motoristas com pedestres no semáforo entre a Avenida Dona Belmira Marin e a Rua Antonio José Escudeiro. No dia 8/2 um motorista brecou praticamente em cima de mim - o "detalhe" é que o sinal estava fechado para ele! Insisto na necessidade de uma fiscalização fotográfica no local. Em 2005 fiz essa solicitação à CET, mas um ano depois recebi um e-mail informando que não havia recursos para a instalação de caetanos (fiscalizador de quem passa no sinal vermelho). Estão esperando alguém ser atropelado? Por que não instalam uma lombada antes da faixa de pedestres?

YARA TELES DO NASCIMENTO / SÃO PAULO

A CET informa que o cruzamento da Av. Dona Belmira Marin com a Rua Antonio José Escudeiro possui semáforo e se encontra sinalizado, com faixas de pedestres bem conservadas. No local há placa de proibição de conversão à esquerda para a Rua Antonio José Escudeiro aos veículos que se originam do bairro em direção ao centro. Sobre a faixa de pedestres no acesso do retorno para a Rua Olímpio S. de Carvalho, considera-a bem posicionada. Após análise, verificou não ser viável a instalação de lombada, já que o Código de Trânsito Brasileiro não permite a instalação desse tipo de dispositivo em cruzamentos. De todo modo, vai intensificar a fiscalização no local.

A leitora reclama: A história de que agentes vão intensificar a fiscalização no local é lorota, pois resido na região há anos e nunca os vejo. E eu não disse que não há sinalização, mas que esta é desrespeitada e que só a fiscalização fotográfica geraria medo e, com isso, respeito ao pedestre.

AV. FRANCISCO MORATO

Trânsito travado

A Avenida Professor Francisco Morato, nos cruzamentos das Ruas Edmundo Scannapieco, Três Poderes e Sapetuba, não recebe, desde o fim de 2012, um único agente da CET. No local, veículos tentam entrar na Av. Francisco Morato (mesmo com o farol vermelho) e travam o trânsito, não permitindo o fluxo de ônibus nos corredores. Resultado: levo 1 hora para percorrer de ônibus um trecho de 2 quilômetros. E onde estão os agentes da CET? Espalhados por São Paulo e, escondidos, multando motoristas incautos?

MARCELO LUIS Z. BERNABE

/ SÃO PAULO

A CET informa que a Av. Prof. Francisco Morato é monitorada diariamente e, entre os principais cruzamentos monitorados, estão os das R. Edmundo Scannapieco, Três Poderes e Sapetuba, apontados pelo reclamante.

O leitor reclama: Só monitorar o local não resolve. Há anos o tráfego na região é péssimo e piora a cada dia. A CET deveria se chamar Companhia de Engarrafamento de Tráfego!

ITAPECERICA DA SERRA

Dias seguidos sem água

Na Rua Monza, em Itapecerica da Serra, a falta d'água é problema frequente - já cheguei a ficar 8 dias corridos sem uma gota de água na torneira. Ligamos, os vizinhos e eu, na Sabesp para reclamar, mas os atendentes alegam que a queixa é isolada. Dizem que a previsão é de que a água volte nas próximas horas, mas ficamos dias sem ela.

CLÁUDIA CAPOVILLA DORETTO

/ ITAPECERICA DA SERRA

A Sabesp informa que o desabastecimento na região ocorreu por causa de problemas operacionais na Estação Elevatória de Água, no dia 13/2. O conserto foi feito e o abastecimento está normalizado.

A leitora desmente: Resposta mentirosa. Moro há 3 anos no local e falta água todos os dias. Não se trata de caso isolado. Lamentável!

SKY

Visitas técnicas frustradas

A SKY agendou uma visita técnica para o dia 20/12, mas o funcionário não veio. Liguei na SKY e a atendente perguntou se poderia reagendar a visita para o dia 22, um sábado, e eu disse que não seria possível. A visita ficou para o dia 24. Ninguém apareceu. Liguei na SKY e disseram que o técnico viera em casa no sábado, mas ninguém atendeu! Mais uma visita foi marcada para o dia 26 e, óbvio, cadê o técnico?

ILAN SZAPIRO BEN AVRAM

/ SÃO PAULO

A SKY diz que entrou em contato com o leitor em 2/1 e solicitou prioridade no atendimento técnico.

O leitor reclama: Falaram-me desse atendimento "prioritário", mas não deram continuidade ao caso. Ou seja, 63 dias após a primeira visita marcada, o problema continua. O jeito é cancelar o serviço!

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