Descaso com passageira

Em 24/12, ao despachar minha bagagem no guichê da TAM no Aeroporto de Salvador com destino a São Paulo, foi-me entregue o comprovante de bagagem, mas não o meu RG. Ao chegar na área de embarque, notei que o documento não estava comigo e retornei ao guichê. A atendente informou que o documento fora enviado ao portão de embarque, para me ser entregue. Mas no portão nenhum dos atendentes sabia do documento. Acabei embarcando sem ele, com a garantia de que seria enviado para São Paulo. Ao desembarcar em Guarulhos, fiz uma autorização de envio do documento para Congonhas. Como há voos diários vindos de Salvador, fui informada de que o RG logo chegaria, mas teria de buscá-lo no aeroporto. Desde então telefono diariamente para Congonhas, onde, além do péssimo atendimento recebido, ainda me mandam ligar para Salvador, cujo telefone só dá ocupado. Reclamei ainda pelo e-mail "Fale com o Presidente", mas não recebi resposta alguma.

, O Estado de S.Paulo

08 Janeiro 2011 | 00h00

CAROLINA BENETTI BARBOSA / SÃO PAULO

A TAM informa que entrou em contato por e-mail com a sra. Carolina, pedindo desculpas pelo transtorno causado e que o documento dela está disponível para retirada no Aeroporto de Congonhas.

A leitora contesta: Não recebi nenhum e-mail da TAM e muito menos pedido de desculpas. Fiquei telefonando insistentemente até conseguir ser atendida (em 4/1) e ser informada de que o documento estava no Aeroporto de Congonhas. No dia seguinte fui ao local e, depois de um bom tempo até um funcionário conseguir localizar o número do meu protocolo, consegui retirar o RG. A TAM precisa rever seu atendimento.

EDUCAÇÃO PÚBLICA

Acesso difícil

Meu filho tem 6 anos, estava matriculado numa Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) e deveria ir para o 1.º ano do ensino fundamental neste ano. Sou operadora de call center e universitária, moro com minha mãe, que é deficiente física e fica com meu filho para eu poder trabalhar e estudar. Soube que a Emei em que ele estudava deveria informar em qual escola seria feita a matrícula. Para conseguir essa informação, liguei até para a Diretoria Regional de Ensino da Capela do Socorro. Depois de muitos telefonemas, soube que meu filho fora matriculado numa escola em que não há acesso para transporte escolar. Em 2010 consegui transporte escolar gratuito para ele, depois de comprovar a deficiência física da minha mãe e minha falta de recursos. Em 8/12 voltei à Diretoria Regional de Ensino e fui tratada com descaso. A funcionária disse que meu filho já estava matriculado e que, se eu quisesse transferi-lo, não deveria levá-lo para as aulas até que o caso fosse registrado como abandono, e então ele conseguiria vaga em outro colégio. Um absurdo!

ALESSANDRA SILVA / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal da Educação não respondeu.

A leitora lamenta: O problema não foi solucionado até agora.

ÁRVORE CONDENADA

Será apenas promessa?

Em agosto enviei fotos ao jornal para mostrar que uma árvore, localizada na Rua Alemanha, estava condenada. (A Subprefeitura de Pinheiros respondeu no mesmo mês que análise constatou necessidade de remoção e que o serviço fora "priorizado".) Todo o processo de avaliação e de aprovação da remoção na Prefeitura e na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente foi concluído. Houve até publicação da autorização no Diário Oficial há mais de um mês. Mas até o final de dezembro ninguém apareceu para removê-la. Com as chuvas, o perigo de queda aumenta.

ROSARIA CUNHA / SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros diz que a remoção da árvore citada está programada para amanhã (9/1). O serviço será realizado em conjunto com a Eletropaulo, por causa do contato da copa da árvore com a rede elétrica. Acrescenta que uma nova espécie será plantada no local em substituição à árvore que será removida.

A leitora comemora: Fico feliz em saber que há data para a remoção, já que na noite de quinta-feira caíram 13 na cidade!

PREVIDÊNCIA

Direito desrespeitado

Após ler reportagem sobre a diferença a ser paga aos que se aposentaram antes de 1998, tenho procurado informações com o INSS, em vão. Lamentavelmente, os funcionários parecem ter sido orientados a usar a tática do nada sei, nada vi para que tudo caia no esquecimento.

SERGIO BRESCIANI / SÃO PAULO

O INSS não respondeu.

O leitor revela: Não consegui obter nenhuma informação.

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