Desarmamento: União ainda cobra dados de campanha

O reforço na campanha de desarmamento no Brasil, anunciado anteontem pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, somente ocorrerá depois que os Estados fizerem prestação de contas sobre armas arrecadadas em 2010. A pasta informou que não recebeu até agora informações sobre a atividade realizada ano passado, como quantas armas foram obtidas ou quanto os Estados desembolsaram no pagamento para pessoas que aderiram à campanha.

Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo

09 de abril de 2011 | 00h00

A ideia é verificar quais são as lacunas apresentadas na campanha e identificar em que regiões é preciso fazer reforço. Não há, de acordo com Ministério da Justiça, nenhuma previsão sobre data de início ou de término desse mapeamento. A Secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Niki, deverá reforçar com as secretarias estaduais de segurança a necessidade de atualizar os dados de apreensão de armas ilegais.

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