Desafio é evitar que essas habitações virem guetos

Foram décadas de soluções equivocadas e custosas, que fizeram arquitetos e urbanistas repensarem as propostas habitacionais para a cidade. "Hoje, mais importante do que a metragem é pensar como esses conjuntos vão se inserir na cidade para evitar que essas habitações se transformem em guetos", diz o arquiteto Paulo Bastos, que faz a urbanização do Jardim Júlia, na zona sul.

Cenário: Bruno Paes Manso e Diego Zanchetta, O Estado de S.Paulo

07 de julho de 2010 | 00h00

A mudança é decorrência do atual estágio de desenvolvimento urbano da cidade. Como os bairros já estão assentados, busca-se inserir os novos conjuntos em favelas que também passam por processos de reurbanização. Levar em consideração o entorno, construir nos terrenos onde moradores já têm laços, criar espaços comuns e opções de lazer nos conjuntos habitacionais, além de serviços públicos próximos das unidades. Essas são algumas das regras de ouro a serem consideradas hoje na hora do projeto.

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