Rafael Arbex/Estadão
Rafael Arbex/Estadão

Derrotados, Padilha e Suplicy são cotados para compor governo

Nomes são defendidos por petistas para chefia da Saúde e das Relações Governamentais, respectivamente

Adriana Ferraz e Diego Zanchetta, O Estado de S. Paulo

13 Janeiro 2015 | 03h00

SÃO PAULO - O ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, derrotado na disputa pelo governo do Estado no ano passado, tem o apoio de parte dos petistas para assumir o comando da Secretaria Municipal da Saúde, em substituição a José de Filippi Júnior. A avaliação interna da gestão petista é de que o ex-prefeito de Diadema e ex-tesoureiro da presidente Dilma Rousseff na campanha de 2009 não tem respondido às demandas da área como era esperado. 

Na metade do governo, por exemplo, nenhum dos três hospitais prometidos pelo prefeito Fernando Haddad (PT) começou a sair do papel. A construção de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e a contratação de médicos para atender nos postos também estão aquém do planejado.

A nomeação de Padilha, além de ajudar a mantê-lo no cenário político, também seria uma forma de acelerar os projetos da pasta que dependem do Ministério da Saúde. Haddad seria simpático à ideia, mas ainda não teria tido o aval do ex-presidente Lula para transformá-la em realidade. 

Além disso, para tirar Filippi do governo seria preciso antes arrumar outra colocação para o aliado, de preferência no governo federal. Procurado, Padilha disse que não foi sondado para o cargo.

Já o ex-senador Eduardo Suplicy (PT) foi indicado por alas do PT para assumir a Secretaria de Relações Governamentais ou ainda para ocupar a Secretaria do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo. Nesta segunda-feira, 12, ao Estado, afirmou que não foi convidado oficialmente, apesar de ter “apreço” e “afinidade” com a gestão.

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