Deputado Júlio Redecker, 51, é confirmado no vôo da TAM

Redecker pegou o vôo em Porto Alegre e iria para Washington, em viagem oficial da Câmara

Eugênia Lopes,

17 de julho de 2007 | 22h49

O líder da minoria na Câmara, deputado Júlio Redecker (PSDB-RS), era um dos passageiros do avião da TAM, que se chocou nesta terça, 17, com um prédio, no aeroporto de Congonhas. Redecker pegou o vôo em Porto Alegre e iria hoje à noite para Washington, em uma viagem oficial da Câmara. Junto com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e o líder do PT,  deputado Luiz Sérgio (RJ), Redecker participaria nos Estados Unidos de reuniões com parlamentares. Na noite desta terça, 17, Chinaglia cancelou a viagem a Washington, que iria durar até sexta-feira. Virgílio acusa Lula pelo descaso com crise aérea Os acidentes mais graves da aviação brasileira Galeria de fotos Tudo sobre o acidente da TAM  Presidente da Comissão Parlamentar Conjunta do Mercosul no Congresso, Júlio Redecker estava em seu quarto mandato de deputado federal. Formado em Direito, o tucano, de 51 anos de idade, era professor universitário e empresário. Antes de ingressar no PSDB, foi da extinta Arena, do PDS, do PPR e PPB. Em 2003, foi eleito pelo PSDB. Como líder da minoria na Câmara, Redecker ganhou projeção nacional ao fazer discursos contra o atual governo.  A presença de Redecker no avião da TAM foi confirmada na noite desta terça-feira, em nota divulgada pelo líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto (AM). Ele relatou que conversou às 21 horas com o governador de São Paulo, José Serra, e "se inteirou mais a respeito da extensão da tragédia". "Orando pelas vítimas, o líder transmite o mais profundo sentimento de pesar e solidariedade às famílias que perderam seus entes queridos", disse o líder tucano. Na nota, ele argumentou que "espera a rigorosa apuração das causas" do acidente. "Há meses que o PSDB denuncia os problemas sobejamente conhecidos que afetam o tráfego aéreo e os principais aeroportos do País e reclamando providências das autoridades", afirmou Virgílio, na nota.

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