Depois do game na TV, o jazz no rádio

Nos anos 1990, o ator paulistano Ricardo Côrte Real viveu o auge da carreira. Comandava o programa Super Market, da TV Bandeirantes, diariamente. Vestido sempre de gravata e com óculos, agitava as duplas concorrentes ao prêmio em dólares a pegar o maior número de produtos possíveis das prateleiras e pôr em um carrinho de supermercado. Foram 5 anos e quase 1.300 edições.

FELIPE FRAZÃO, O Estado de S.Paulo

12 de janeiro de 2012 | 03h03

Quando o game show de merchandising acabou, em 1998 - e depois de uma tentativa frustrada de reeditá-lo na TV Record -, Côrte Real se afastou da telinha.

Aos 59 anos, o ator reaparecerá a partir do dia 17 na TV Globo. Ele interpretará um político candidato à Presidência da República na minissérie O Brado Retumbante. Fará apenas uma ponta, em três capítulos. Mas se diz satisfeito com o retorno, "Fiquei bem feliz de terem me chamado e de voltar à TV Globo 40 anos depois" disse.

Côrte Real começou a carreira em 1962, como o Confúcio do programa Papai sabe nada, da Record, ao lado de toda a família. Depois, passou para a Família Trapo. Participou também da Escolinha muito Louca, comandada pelo cantor Sidney Magal na Band. Hoje, ele tem um programa de jazz na rádio USP FM aos domingos. E se apresenta com as bandas Blues For Fun e Juke Box - esta só de jingles. /

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