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Depois do cupcake, é a vez do fudge

Barra de chocolate macia e maleável chega ao País

Valéria França, O Estado de S.Paulo

03 de agosto de 2012 | 03h04

Doce popular no Reino Unido e na Nova Zelândia, o fudge começa agora a desembarcar no Brasil. Ainda não é tão famoso quanto os cupcakes ou mesmo os cookies, mas tem muita vocação para isso.

De longe, parece uma barra de chocolate, bem recheada, mas é muito mais macio e maleável. E só de olhar, dá mesmo água na boca.

Foi a partir de uma foto encontrada em um site que a confeiteira paulistana Carolina Ruffo Marostica, de 32 anos, começou a pesquisar receitas de fudge. "Eu nunca tinha experimentado nem visto esse doce. Mas achei uma foto tão linda, tão apetitosa, que fiquei curiosa."

Há um ano, ela e a sócia, Renata Di Felice, montaram o ateliê, especializado em fudge. O doce é feito à base de chocolate meio amargo, ao leite e branco.

Como a dupla atende sob encomenda, o recheio pode ser personalizado. Amêndoas, nozes, avelãs e coco são alguns dos sabores mais pedidos. Oito unidades de 50 gramas saem por R$ 32.

Freguesia. O ateliê já tem uma clientela fiel. A publicitária Patrícia Melo, de 29 anos, encomendou dez fudges de nozes para levar para a Finlândia.

"Acabou em pouco minutos. Apesar de ser um doce comum nos quatro cantos do planeta, esse que a Carolina faz é muito especial", diz Patrícia.

Outra casa especializada é a Satis Fudge, de Curitiba, que produz o quitute nos sabores limão siciliano, amendoim, cereja, damasco e menta, entre outros.

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