''Depois de duas semanas, consegui marcar em Campinas''

DEPOIMENTO - Roberval Angelo Schincariol, jornalista da Agência Estado

, O Estado de S.Paulo

23 Julho 2011 | 00h00

"Passei duas semanas entrando com frequência no site da PF para conseguir um passaporte. Preenchi item por item, sempre sujeito à estabilidade da conexão de internet e aos pequenos erros que o sistema apresentava no caminho. Algumas vezes tive de recomeçar todo o processo.

Quando finalmente conseguia chegar à fase final, era hora de escolher uma data para o atendimento. O lógico seria optar pelo posto mais perto de casa. Fui tentando um por um, até chegar no mais distante e descobrir a realidade: não havia horário em nenhuma data.

O sistema informava que estavam disponíveis atendimentos até outubro, mas não havia mais datas. Continuei tentando, sem sucesso, até que resolvi ir além: passei a vasculhar postos de atendimento fora da capital. Santos, Santo André e São José dos Campos foram alguns deles. O transtorno era grande.

Consegui marcar em Campinas, para 19 de outubro. Prevendo problemas, tentei novamente e consegui uma cidade mais próxima, Guarulhos, para onde terei de ir três vezes: para fazer o passaporte, buscá-lo e, enfim, viajar."

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