Depoimento de taxista que levou sócios mortos no Rio frustra investigadores

Considerado fundamental pela Polícia Civil do Rio para desvendar os assassinatos do empresário Fernando Marcionílio dos Anjos, de 42 anos, e de sua sócia Mônica Pett, de 38, o depoimento de um motorista de táxi frustrou os investigadores. O homem havia levado os dois do Aeroporto Santos Dumont ao Jockey Club, na zona sul, no dia 5, quando eles foram vistos vivos pela última vez. Mas ele não se lembra de nada anormal.

O Estado de S.Paulo

18 de agosto de 2012 | 03h08

Segundo a polícia, Anjos, Mônica e outros quatro sócios eram donos de um cavalo chamado Doctor Stoke, que participou da corrida do dia 5. Em depoimento, a mulher do empresário, Sandra dos Santos Santana, de 34 anos, disse não que sabia que o marido era proprietário do animal.

O corpo de Fernando foi encontrado no dia 6 em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, mas só foi identificado anteontem. O local é perto de onde foi encontrado, no mesmo dia, o corpo de Mônica, em Vigário Geral, zona norte do Rio.

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