Departamento investiga casos famosos

O Estado de S.Paulo

12 de agosto de 2012 | 03h02

Com uma divisão para apurar casos de assassinatos e roubos seguidos de morte e outra para investigar o paradeiro de pessoas desaparecidas, a atual estrutura do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)foi criada em 14 de março de 1986 por um decreto assinado em 1986 pelo então governador André Franco Montoro. Eleito em 1982 quando o regime militar se abriu para as primeiras eleições diretas para governador, Montoro governou entre 1983 e 1987 e foi um dos principais líderes do Movimento Diretas Já! em 1984.

Antes da criação do atual DHPP, os homicídios já eram investigados por departamentos especializados. A divisão de homicídios sempre foi responsável por algumas das principais investigações da polícia paulista e por casos de grande repercussão, como o de Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, ou mais recentemente de Isabela Nardoni, que foi jogada do sexto andar de um edifício pelo pai e pela madrastra. A primeira especializada em homicídios, no entanto, só foi criada em 1957, quando a Delegacia de Incêndios e Danos foi transformada na Delegacia de Homicídios do antigo Departamento de Investigações. Em 1975, a Delegacia de Homicídios foi transformada em Divisão de Investigações Sobre Crimes Contra a Pessoa, subordinada ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

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