Delegado vê em conversa traços de 'psicopata'

O delegado Wagner Giudice, chefe da Divisão Antissequestro (DAS) há 15 anos, diz que pelo menos desde 2000 não via caso de sequestro com participação de PMs. "O último do qual me recordo foi do menino Yves Ota, que o segurança do pai era PM", lembra. Desta vez, Giudice já desconfiava desde o início do desfecho trágico. "Pelas conversas do PM com o pai quando negociava o resgate, dava para perceber traços semelhantes ao de psicopatas. A família pedia para falar com ela, mas não era atendida."

, O Estado de S.Paulo

28 de novembro de 2010 | 00h00

Segundo o major Marcel Sofner, Medina não tinha, até então, nenhuma ocorrência no prontuário que desabonasse sua conduta. Para o delegado, não há dúvida de que o cabo não conhecia a vítima anteriormente porque não sabia que o pai da jornalista não tinha posses.

Perfil. Luciana era formada em Jornalismo pela PUC e havia concluído um MBA na Fundação Getúlio Vargas. Achava que seria útil para desenvolver a função de supervisora de contas na Gaspar & Associados, uma empresa de relações públicas e assessoria de Imprensa de São Paulo.

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