Daniel Teixeira/AE
Daniel Teixeira/AE

Delegado diz que confusão na apuração do carnaval de SP foi premeditada

Delegado afirmou que membros da Gaviões da Fiel incendiaram carro alegórico 'porque era verde'

estadão.com.br,

23 de fevereiro de 2012 | 11h39

SÃO PAULO - O delegado da Delegacia de Turismo (Deatur), Osvaldo Nico Gonçalves, disse nesta quinta-feira, 23, que a motivação de Tiago Faria, que pulou o gradil para rasgar as últimas notas do julgamento das escolas de samba paulista, não está clara. “A mando de quem ele fez isso?”, questionou em entrevista à rádio EstadãoESPN.

O roubo das notas por Faria foi um dos estopins da confusão que interrompeu a apuração das notas dos desfiles das principais escolas paulistanas na terça-feira, 21.

Gonçalves, que estava no Anhembi na terça-feira, 21, afirma que a ação do grupo que tumultou a apuração e deu início a atos de vandalismo que acabaram com 10 presos e carros alegóricos incendiados foi premeditada.

O delegado considera que Tiago tinha “uma missão”, a de tumultuar e diz investigar a mando de quem ele cumpriu essa missão.

Gonçalves afirmou ainda que existem imagens que mostram membros da Gaviões da Fiel fazendo e jogando um coquetel molotov no carro incendiado “porque era verde”, segundo testemunhas.

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