Defesa tem momentos finais para tentar convencer jurados no caso do Carandiru

Após a tréplica, começa o conselho de sentença, em que seis homens e uma mulher irão a uma sala secreta responder a todos os quesitos elaborados pela acusação e defesa

Luciano Bottini Filho, O Estado de S. Paulo

02 Abril 2014 | 15h01

SÃO PAULO - O último júri pelas mortes no Complexo do Carandiru foi reaberto às 13h10 desta quarta-feira, 2, com a defesa usando seus momentos finais para conseguir a absolvição. O advogado Celso Vendramini terá até mais duas horas para convencer os sete jurados a não condenarem os 15 PMs do Comando de Operações Especiais, denunciados por 8 das 111 mortes ocorridas no 3º andar do Pavilhão 9 em 2 de outubro de 1992.

Após a tréplica, começa o conselho de sentença, em que seis homens e uma mulher irão a uma sala secreta responder a todos os quesitos elaborados pela acusação e defesa. Os jurados deverão dizer sim ou não a uma série de perguntas relacionadas a cada acusação feita para cada PM.

Assim, os jurados terão que responder, por exemplo, se cada réu contribuiu com sua ação no Carandiru para cada um dos homicídios e se eles vão absolvê-los, vítima por vítima. Também poderão ser perguntadas se houve circunstâncias que excluem a condenação, alegadas pela defesa, como legítima defesa e cumprimento de dever legal durante a invasão da casa de detenção.

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