Defesa nega pedido de habeas-corpus no caso Isabella

Advogados de pai e madrasta dizem não ter requisitado habeas-corpus preventivo para seus clientes

Vitor Hugo Brandalise e Wladimir DAndrade, Agência Estado

15 de abril de 2008 | 19h38

Os advogados do casal Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá negaram que a defesa tenha entrado com um pedido de habeas-corpus preventivo em nome dos dois, tidos como suspeitos na morte da filha de Alexandre e enteada de Anna, Isabella, de 5 anos.    Veja imagens do apartamento onde ocorreu o crime  Cronologia e perguntas sem resposta do caso   "Desconhecemos em absoluto quem entrou com esse pedido de habeas-corpus. Nós entendemos que isso foge da linha de defesa e, neste momento, não é a orientação da defesa", afirmou Marco Polo Levorin, ao sair da residência dos pais de Alexandre, no Tucuruvi, na zona norte da capital paulista.   No site do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o advogado Diego Luiz Berbare Bandeira entrou com dois pedidos de habeas-corpus, um em nome de "Alexandre Nardoni" e outro para beneficiar "Ana Carolina Jatobá".   No dois casos, há diferenças na grafia dos nomes em relação ao casal. A madrasta da criança tem dois "n" no primeiro nome. Além disso, na ação impetrada hoje não aparece os sobrenomes Trotta Peixoto. No caso do pai de Isabella, falta, no pedido de habeas-corpus, o sobrenome Alves.   Nesta terça-feira, 15, os advogados do casal estiveram na casa dos pais de Alexandre. Rogério Neres de Sousa e Ricardo Martins chegaram às 13 horas ao local com um saco de roupas. Eles disseram que eram as roupas que Anna Carolina usou durante o tempo que ficou presa no 89º Distrito Policial, na zona sul da cidade. Eles também entraram com uma página de jornal na residência. Levorin, o outro advogado, chegou perto das 16 horas. Eles continuavam reunidos com o casal até o começo da noite.

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