Defesa de Bruno chama delegado de ''Neandertal''

Ércio Quaresma, advogado de defesa do goleiro Bruno Fernandes e de mais sete acusados de envolvimento no desaparecimento e possível assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do atleta, divulgou ontem em seu blog uma cópia da defesa prévia de seus clientes, apresentada à Justiça na véspera. Ele dá apelidos aos delegados responsáveis pelas investigações e lista a própria Eliza no rol de testemunhas.

MARCELO PORTELA, O Estado de S.Paulo

21 de agosto de 2010 | 00h00

O chefe do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP), delegado Edson Moreira, é chamado de "Neandertal" (espécie anterior ao homem). A chefe da Delegacia de Homicídios de Contagem, delegada Ana Maria dos Santos, virou "Megahair". O casal de delegados Alessandra e Júlio Wilke foram chamados, respectivamente, de "Paquita" e "Galinho de Briga". E o chefe da Divisão de Investigação de Crimes contra a Vida (DICcV) da Polícia Civil, Wagner Pinto, é apelidado de "Mudinho".

Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil, se a defesa apresentada à Justiça for a mesma divulgada na internet, Quaresma pode sofrer processo ético na entidade.

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