Decisão beneficia filha na briga por herança do milionário da Mega assassinado

A 1.ª Vara do Fórum de Rio Bonito, no Grande Rio, não reconheceu união estável entre Renné Senna, ganhador de R$ 53 milhões na Mega-Sena em 2005, e a ex-cabeleireira Adriana Almeida, acusada de mandar matá-lo em 2007. O processo corre em segredo de Justiça e a justificativa do juiz Marcelo Chaves Espíndola não está disponível. Cabe recurso.

, O Estado de S.Paulo

14 de junho de 2011 | 00h00

A decisão favorece Renata, a única filha do ex-lavrador Renné. Ela e Adriana disputam os bens dele. A ex-cabeleireira diz que em testamento Renné deixou metade dos bens para ela.

Renata contesta a validade do documento e entrou com processo de indignidade para que Adriana perca o direito sobre a herança. Dos seis acusados, dois foram julgados. O ex-PM Anderson Sousa e o motorista Ednei Gonçalves foram condenados a 18 anos de prisão. Adriana ficou presa mais de um ano e foi solta.

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