'Decidi ir a pé no meio do caminho'

Comerciante pegou carro, mas desistiu

O Estado de S.Paulo

24 de maio de 2012 | 03h05

A comerciante Cristina Marques, de 49 anos, mora do lado da Estação São Judas, na zona sul, e usa o metrô todos os dias para ir até o serviço, na Sé, região central. Ontem, ela se viu obrigada a tirar o carro da garagem, mas não foi muito longe.

"Demoramos duas horas até a Vila Mariana (também na zona sul), o trânsito estava terrível, e decidi ir a pé quando estava no meio do caminho. Andei um pouco e embarquei na Ana Rosa, que estava funcionando."

O filho de Cristina, Artur Marques Escalera, de 20 anos, retornou para deixar o carro e pegou a bicicleta. "Ele levou 55 minutos até chegar à loja."

No fim do dia, a comerciante pegou novamente o metrô até a Estação Ana Rosa e depois caminhou por cerca de 50 minutos, até chegar em casa.

"Já fiz isso outras vezes, mas nunca por um motivo como esse (a greve). É muito mais agradável voltar caminhando do que ficar em um ônibus lotado. A gente se distrai um pouco." / W.C.

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