De quem é o prejuízo?

Precisei fazer uma pequena reforma em casa e solicitei o cartão Construcard da Caixa Econômica Federal. Para isso, tive de adquirir o Caixa Capitalização, depositar R$ 200 e abrir uma outra conta nesse banco. Em 2/11/2009, fiz a primeira compra, no valor R$ 1.023,22. A segunda foi de R$ 1.076.61, em 10/11/2009, totalizando R$ 2.099,83. Ambas foram feitas na mesma loja, na Avenida Aricanduva. Tirei o extrato em 2/12/2009 e percebi que havia uma compra em São Miguel Paulista, no valor de R$ 370, em 30/11/2009. Ora, não vou para São Miguel há 10 anos. Pedi o endereço da loja. Fui até lá e consegui conversar com o funcionário que efetuou a venda. Ele disse que um rapaz moreno, de 18 ou 19 anos, fez a compra. Tenho 61 anos de idade! Como um jovem pode se passar por mim sem isso ser percebido? Também pedi a cópia da nota dessa compra e vi que não há nome nem CPF do comprador. Registrei um Boletim de Ocorrência e levei o caso ao banco. Mas até agora nada foi resolvido! Pago os R$ 2.099,83 que gastei com satisfação. Mas não acho justo pagar por algo que não comprei. É muito triste ter de pagar os R$ 370 que o ladrão gastou. Quem deveria pagar por isso é o ganancioso vendedor da loja que, para vender mais, não seguiu as normas, pois não pediu um documento para confirmar se o cartão era realmente da pessoa que o usava. Sinto-me um palhaço. Neste país a corda sempre arrebenta do lado mais fraco.

, O Estadao de S.Paulo

23 Março 2010 | 00h00

BENEDITO CLASSE DO AMARAL / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal informa que está tomando as providências cabíveis para apurar a ocorrência. Diz que entrou em contato com o cliente, que está ciente dos trâmites adotados.,

APOSENTADORIA

Erro em grafia

Minha sogra, Irma Kornmann de Wernicke, tem 91 anos e há 18 anos recebe sua aposentadoria pelo Banco do Brasil, na Argentina. Mas há 1 ano tenho de reclamar todos os meses, pois o dinheiro dela só é depositado depois que eu entro em contato com o banco. Descobri que o nome dela entra no sistema em ordem invertida. Por que não conseguem resolver esse problema tão simples?

Ela ainda não recebeu nenhum pagamento este ano! Peço providências urgentes ao banco para solucionar a questão.

DELIA WERNICKE / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da Regional São Paulo do Banco do Brasil responde que a liquidação automática de ordens de pagamento do exterior somente é possível quando o nome do beneficiário é grafado de forma idêntica ao nome que está nos documentos apresentados pelo cliente e cadastrado nos sistemas do banco. Caso contrário, há a necessidade de contato do cliente com o banco a cada remessa recebida. Explica que essa modalidade de operação (câmbio) é fiscalizada pelo Banco Central. A movimentação da conta corrente é de exclusiva competência de seu titular ou da pessoa formalmente por ele nomeada, limitada aos poderes estabelecidos. Considerando a idade avançada da correntista, orienta que seja providenciada uma procuração por instrumento público, outorgando poderes para que alguém da confiança da sra. Irma possa movimentar a conta para ela, como também liquidar as ordens de pagamento do exterior. Diz ainda que a última ordem de pagamento recebida em nome da cliente foi creditada na conta dela em 29/12/09. Não foi localizada nenhuma ordem de pagamento do exterior em nome da cliente nos meses de janeiro, fevereiro ou março deste ano.

A leitora comenta: Vou tentar solucionar o problema daqui a alguns dias pessoalmente.

ACESSO À INTERNET

Computadores obsoletos

Peço que a Prefeitura envie um técnico para vistoriar os computadores da biblioteca do Centro Educacional Unificado (CEU) Parque Veredas, na Rua Daniel Muller, no Itaim Paulista. É preciso que seja feita a manutenção das máquinas ou a troca delas, como também dos mouses, monitores e teclados. Todos os computadores já têm 6 anos. As pessoas usam essas máquinas para fazer pesquisas para a escola e enviar currículo. Mas sempre é muito difícil trabalhar nesses computadores.

LUIS RUIZ DA SILVA / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal de Educação responde que a direção do CEU Parque Veredas informou que a aquisição de novos computadores para a biblioteca está sendo analisada.

O leitor comenta: Até eu ter recebido essa resposta, nenhuma providência foi tomada.

Peço ao Estadão que reforce meu pedido aos órgãos competentes. Enquanto não é feita a aquisição de novos computadores, pelo menos deveriam limpar os arquivos, atualizar a configuração e aumentar a memória das máquinas que estão na biblioteca. Os computadores

estão muito lentos! Inclusive, há dois sem áudio.

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